sábado, 24 de abril de 2010

Ben Klassen: Uma Religião para Brancos

Ao se estudar as criaturas da Natureza, nós observamos com grande clareza que cada criatura tem seu próprio e peculiar meio de sobrevivência, de propagação, de colheita de alimento, de defesa e de direcionar a próxima geração. Não apenas cada criatura tem seu modelo específico para sobrevivência, mas neste modelo estão inclusas muitas peculiaridades que são exclusivas de cada criatura. Por exemplo, um castor sabe, instintivamente, como construir barragens e isso se torna um meio útil para sua sobrevivência. Um gato, instintivamente, sabe como pegar um rato e isso também é de grande ajuda em sua sobrevivência. Um gato pode fazer muitas outras coisas que são específicas de um gato, mas, certamente, construir barragens não é uma delas. Além do mais, nós nunca podemos esperar que ensinem um gato a nadar como um castor, a construir barragens como um castor, cortar árvores e agir como um castor. As peculiaridades instintivas e natas de um castor são apenas suas, e as do gato também.

Da mesma maneira, aos observarmos as peculiaridades das raças humanas, nós encontramos uma característica nata que é universal e peculiar a todas essas raças, e esta é a busca por alguma religião. Quando estudamos a história das diferentes civilizações, de diferentes povos que viveram na face da terra, das diferentes raças, nós encontramos, quase sem exceção, que cada uma delas possuía algum tipo de religião. Seja uma das civilizações altamente desenvolvidas, como dos egípcios, romanos ou gregos ou alguma tribo primitiva de cor, como os índios da Amazônia ou das planíces da América do Norte, ou os Hottentots na África, não importa o quão primitivo eles são, ou foram, todos possuíram uma religião, e todos ainda possuem uma religião hoje. (...)

Além do mais, pelo que foi anteriormente citado, nós devemos concluir que religião e a afinidade da humanidade pela religião são algo nato da qual a Natureza nos deu, que está inclusa em nossos genes. Nós, aparentemente, precisamos de religião para nossa sobrevivência, de uma maneira ou de outra.

E o fato é que nós precisamos. Como o Antigo Testamento diz, um povo sem visão perecerá. Todos os povos precisam de uma religião, uma crença, uma filosofia de vida para florescerem. Eles precisam urgentemente de uma religião que lhes dê direção, objetivo e propósito. Nós precisamos de um sentimento de pertencimento. Sem isso, a humanidade se atrapalha, se encolhe, como um peixe fora d’água. Além do mais, o mais próximo que a religião esteja enraizada na alma racial, mais saudável e dinâmica ela será para esta raça. Feliz é aquela raça cuja religião encontrou sua própria alma racial.

Muitas religiões foram notavelmente ruins para as raças que as aceitaram, como exemplo, a Raça Branca, ao aceitar o cristianismo, ou, devemos dizer, serem enganados pelos Judeus. Algumas religiões não são nem boas nem ruins, mas são totalmente ridículas e sem sentido. Como a religião dos deuses múltiplos que os romanos e gregos possuíam, deuses que perambulavam pelos céus cometendo todo tipo de infidelidade, adultério e absurdos.

Houveram poucas, muito poucas, que foram boas para a raça que a aceitou. Um exemplo notável é a religião judaica para os Judeus, que foi feita à medida para uma raça parasita. Foi a maior coisa que já produziram e isso que a tem sustentado pelos últimos milhares de anos.

No final, nós podemos seguramente dizer que a maioria das religiões foram, notavelmente, ruins e uma infelicidade que a Raça Branca tenha sido amaldiçoada pelas piores nos últimos 2000 anos.

Eu me sinto extremamente abençoado e sortudo por ser um membro da grande e criativa Raça Branca. Eu sou muito orgulhoso de ser um membro e amo a Raça Branca mais do que qualquer coisa no mundo. A Natureza embutiu a Raça Branca com uma lealdade instintiva profunda para sua própria espécie – Lealdade Racial. Nós fomos presenteados com essa característica instintiva para nossa própria sobrevivência. Esse instinto saudável foi sufocado por uma desgraçada religião estrangeira da qual estamos amaldiçoados e parece ser impossível de nos livrarmos.

Sim, nós estamos amaldiçoados com a religião Judaica que é o Cristianismo, querendo ou não. É uma religião doentia, orientada pela morte, uma religião que está nos destruindo. Está sufocando todos os instintos saudáveis que a Natureza nos presenteou e pervertendo nossos melhores atributos, garantidos pela Natureza à Raça Branca. O que nós precisamos mais desesperadamente é uma nova religião, uma religião nossa, uma religião criada pelo gênio criativo da própria Raça Branca, não imposta sobre nós pelo Judeu traiçoeiro. Nós desesperadamente precisamos de uma boa religião.

Mas o que é uma boa religião?

Isso realmente não é muito difícil de ser respondido. Uma boa religião é uma que ajuda a promover e evoluir a Raça que a aceita. Se ajuda uma raça em particular, é uma boa religião. Se não ajuda nem prejudica, é uma religião inútil e uma inconveniência, mais o que qualquer outra coisa. Se obstrui a raça que a aceita, em sua luta pela sobrevivência, então é uma religião ruim e prejudicial aos seus aderentes.

Nós ouvimos inúmeras vezes pessoas dizerem, “Bem, você tem que acreditar em alguma coisa”. Isso é verdade até a medida em que todos precisam de uma filosofia de vida que nos relaciona e nos reconcilia ao mundo natural em que nos encontramos, uma que nos ajuda a ter uma visão realista e racional de nossa luta por sobrevivência em um mundo competitivo e hostíl. O mais próximo que essa filosofia, religião ou crença, o que quer que escolhermos chamá-la, harmoniza com as leis da Natureza, a mais benéfica, realista e útil tal crença será. Quanto mais longe das leis naturais e quanto mais induz a um vôo da realidade em um mundo de fantasia e superstição, mais artificial, irrealista e perigosamente prejudicial essa crença será.

Já que estou me direcionando apenas a mim mesmo e exclusivamente aos membros da Raça Branca, eu posso dizer, sem hesitação, que a única coisa em que realmente estamos interessados é uma crença que ajudará a propagar, proteger, promover, preservar, avançar e expandir a Raça Branca. Nós estamos interessados em uma religião que ajudará e beneficiará a Raça Branca em sua luta por sobrevivência em um mundo competitivo e hostil. Nós não estamos interessados em uma crença para os Papás da Nova Guiné; não estamos interessados em uma crença para os Índios, não estamos interessados em uma crença para os criolos, nem daqui, nem da África; não estamos interessados em uma crença para os hindus ou chineses. Nem estamos interessados em uma religião universal para a “salvação” de toda a humanidade. Não mesmo. Nós estamos interessados puramente e simplesmente em uma religião para a sobrevivência da Raça Branca, e apenas a Raça Branca, ajudar essa raça a evoluir à alturas maiores do que já antes sonhadas.

Quando colocamos isso em uma base simples, especificamente, os dois conceitos explicados, um, que uma religião é boa se ajuda a beneficiar a raça que a aceita, e dois, que estamos apenas, e exclusivamente, interessados em uma religião para a Raça Branca, então a solução se torna simples. De fato, a formulação de uma crença para a Raça Branca agora pode ser basicamente resumida em uma sentença – o princípio direcionador de nossa nova religião deve ser: ela beneficiará a Raça Branca?

Enquanto a formulação de uma nova crença é relativamente simples e básica, nós nos deparamos com o problema muito mais gigantesco de limpar o terreno de todos pedregulhos, lixo e cacos da religião atual da qual estamos presos. Como geralmente é o caso quando se constrói um lindo edifício novo, aonde o terreno já havia sido destruído por lixo e barracos, limpar a área pode ser um problema maior do que construir a própria estrutura. E assim é com o nosso próprio problema. Construir a nova religião não é nada difícil quando comparado a limpar o lixo e confusão impregnados nos cérebros dos outros Brancos. Nossa maior tarefa é denunciar a monstruosidades do ensino cristão e trazer nossos Irmãs e Irmãos Brancos de volta à clareza pare verem o que realmente é bom para nós, para nossos filhos, para nossas futuras gerações e para a nossa raça. Nós enfrentamos a tarefa de limpar a aberração que confundiu as mentes da Raça Branca pelos dois últimos milênios e quase causaram o afundamento de nossa raça. Nossa maior tarefa é: alinhar o pensamento do Homem Branco.

A primeira e mais urgente questão que o Homem Branco precisa resolver é a se encontrar e seguir o brilhante destino que a Natureza criou para nós. Todos os outros problemas como, alimentação, poluição, transito, superpopulação, finanças, etc. serão como brincadeira de criança assim que o Homem Branco reconquistar o controle total de suas habilidades e de seu próprio destino. Se ele não resolver esse problema urgente e primário, todos os outros jamais serão resolvidos, e nem mesmo importarão. Se o Homem Branco permanecer aprisionado na maneira de pensar Judaica ele irá se encolher e confundir até desaparecer da face da terra e todos os outros problemas perderão todo o sentido.

E nem é nosso maior problema superar os Judeus, criolos ou qualquer outra escória colorida do mundo. Não, não mesmo. Nosso maior problema é primeiramente alinhar o pensamento do Homem Branco. Nós precisamos reorientar seu pensamento para os valores básicos. De uma vez que tenhamos limpado seu cérebro da poluição Judaica, limpar os Judeus e negros do nosso ambiente também será como brincadeira de criança. É para esse nobre objetivo que nossa nova religião é dedicada.

O Homem Branco deve retomar seus sentidos. Antes que ele comece a alinhar seu pensamento, há alguns pré-requisitos básicos que devemos esclarecer. O primeiro é, a que o Homem Branco é leal? E, segundo, qual é seu propósito na terra?

Para responder a primeira questão nós devemos perceber que nós, a Raça Branca, se encontra agora em uma desesperadora batalha por sua sobrevivência. Está sendo atacada por um inimigo enganador e traiçoeiro que tem confundido nossas mentes a um ponto em que a maioria dos Brancos nem ao menos sabe quem é o inimigo e, de fato, a maioria deles nem sabe que estamos em uma guerra amarga da qual eles são a vítima marcada para extinção. O inimigo mortal do Homem Branco, o aparato Judaico Internacional, confundiu e remexeu tanto o cérebro do Homem Branco que agora ele não está nem ao menos tentando lutar, ou resistir. De fato, o cérebro do Homem Branco está tão poluído com os conceitos e idéias erradas que ele, na verdade, até mesmo se juntou do Judeu em sua própria destruição.

Em qualquer batalha é de enorme importância conhecer o inimigo; suas armas; sua força; seu método de operar, e muitos outros fatores vitais que possam ser recolhidos para a inteligência. Conheça seu inimigo. Quanto mais você souber sobre seu inimigo e quanto mais você souber sobre suas próprias forças e fraquezas, melhor preparado você estará.

Você não deve conhecer apenas sua força, a fraqueza do seu inimigo e a sua, mas também deve saber qual é o seu lado e pelo que você está lutando. Além do mais, você irá necessitar de um plano de batalha agressivo e detalhado que irá inspirar confiança para a vitória. Você deve possuir um programa específico. Você precisará de um objetivo.

Uma das armas mais poderosas que o Judeu tem a seu favor é a manipulação da confusão nas mentes da Raça Branca. Ele espalha confusão como um fazendeiro espalha fertilizante em seus campos, e a colheita do Judeu na guerra e destruição de nosso povo é ainda mil vezes mais produtiva do que o fertilizante do fazendeiro. A área em que a maioria dos Brancos estão desesperadamente confusos sobre é – são leais a quem?

A outra maior questão é: Qual é o nosso propósito na vida?


(... a continuar)

Traduzido de Nature’s Eternal Religion

Um comentário:

  1. Sobre o texto acima - aliás excelente texto - gostaria de deixar dois links muito interessantes que talvez venham a ser úteis e venham a contribuir com a causa:
    ...
    http://otomarquivosetextos.blogspot.com.br/2013/07/estudossobre-morfologia-racae.html

    http://otomarquivosetextos.blogspot.com.br/2013/03/historia-tradicao-e-anatomia-oculta-dos.html

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