sexta-feira, 30 de abril de 2010

On The Streets

Itália, 68

C18 Inglesa vs. Escória Antifa, marcha em memória a Rudolf Hess, Dinamarca, começo dos anos 90

Itália

EUA, anos 60

O Capital & O ProletAriano


É nossa intenção reafirmar o espírito da verdadeira luta contra o Capital. O Capitalismo não é uma idéia e não pode ser atacado por idéias ou ações guiadas apenas por idéias. Não há nada a se debater com ele, ele não possui idéia própria alguma.

Capitalismo é, em seu nível mais básico, uma relação social de força. A sociedade capitalista é formada por forças conflitivas, e APENAS nesse nível ela poderá ser desfeita. Primeiramente, o colapso de suas próprias forças e então a intervenção do ProletAriano. Se o Capitalismo irá colidir, isso acontecerá no nível de conflito econômico, todos, incluindo o ProletAriano, podem ser ditos como sendo elementos do sistema do Capital. É durante este colapso que idéias revolucionárias começam a tomar forma.

As massas, de ProletArianos ou qualquer outro Proletariado, JAMAIS reagem ou respondem de uma maneira ideológica, lógica ou científica, jamais se motivarão por ideais românticos ou morais demasiadas humanas - pelo menos não quando for necessário sair da zona de conforto/casulo social e tomar riscos se tornar necessário. As massas possuem um temperamento coletivo e agem de acordo com tendências e necessidades. A História nos dá uma lição: Apenas colapsos e crises econômicas no Moloch Kapitalista irão fazer o Sr. 9-às-5 levantar sua bunda da poltrona e ir à ação.

Goebbels: Por Que Somos Socialistas?


O burguês está saindo de sua posição. No seu lugar virá uma classe de trabalhadores produtivos: a classe operária. Foi assim até hoje. É a hora de começarmos a cumprir nossa missão política. Isso involve uma luta árdua pelo poder político e procura se tornar parte do organismo nacional. A batalha começa no reino econômico; e acabará no político. Não é meramente uma questão de salário, não é uma mera questão de horas de trabalho diárias - entretanto nós não devemos nunca nos esquecermos que eles são essenciais, talvez até a parte mais importante na plataforma Socialista - mas é muito mais uma questão de incorporar uma classe poderosa e responsável ao Estado, talvez até fazer dela a força dominante na futura política da Pátria. O burguês não quer reconhecer a força da classe operária. O Marxismo a tem forçado à uma camisa-de-força que irá arruiná-la. Enquanto a classe operária gradualmente desintegra a frente marxista, o burguês e o capitalista têm concordado nas linhas gerais do Capitalismo, e vêem como meta agora protegê-lo e defendê-lo de vários modos, até mesmo escondendo-o.

Nós somos socialistas porque nós vemos a questão social como uma questão de necessidade e justiça para a existência de um Estado para o nosso povo, não uma questão de piedade barata ou sentimentalismo ofensivo. O trabalhador tem reivindicado uma qualidade de vida que corresponda com a que ele produz. Nós não temos a intenção de começarmos por aquele direito. Incorporá-lo no organismo do Estado não a uma questão importante apenas para ele, mas para toda a nação. A questão é maior do que as oito horas diárias. É uma questão de formar um novo Estado consciente que inclua todo cidadão produtivo. Já que os poderes políticos atuais não querem e não vão criar uma situação dessas, o Socialismo deve lutar por isso. É uma luta de propagandas, internas e externas. Está apontada aos partidos burgueses e aos marxistas ao mesmo tempo, porque ambos são inimigos do Estado dos Trabalhadores que está surgindo. Está apontada para todos os poderes que ameaçaram a nossa existência e através disso a possibilidade de surgir um Estado Nacional-Socialista.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Revolução em Marcha!

Algumas considerações e filosofia revolucionária do grande Ramiro Ledesma Ramos, ainda nos Anõs de Lucha da Espanha.


Vivemos em momentos revolucionários. O povo se prepara para novas jornadas, e em breve preferirá debater o problema da Espanha nas ruas, de armas nas mãos, ao invés de votar nas urnas. Desde nosso primeiro número, temos mostrado uma decisiva intervenção revolucionária, acreditando que é a única e primeira que hoje corresponde a fazer ao povo espanhol uma revolução verdadeira e autêntica. Nada de sufrágios nem assembléias eleitorais, mas todos aqui, mobilizados por um esforço supremo, para salvar e garantir a vitória revolucionária. Dizíamos uma vez que um povo é mais sincero quando briga do que quando vota. Não há minuto mais sincero do que aquele em que um homem põe sua vida a serviço de algo grandioso. As revoluções só são férteis quando o povo que as elabora as faz até o fim.

Todos devem se pôr a serviço da Revolução. Pois, tenha em mente que ela será o que o povo revolucionário quer que ela seja. Há de encher nossas fileiras de revolucionários e lançar-se violentamente à conquista do Poder. Pouco a pouco vai se formando na Espanha uma consciência combativa, espírito guerreiro, de ataque e é de se presumir que diminuirão essas afluências vergonhosamente inertes, alheias ao momento hispânico, que contemplam as lutas de suas sacadas e logo vêm às ruas como espectadores curiosos da tragédia. Temos que fazer uma campanha revolucionária, tornar a Revolução popular. Tirá-las das mãos dos grupos de pistoleiros profissionais e provocadores pagos, dos reacionários imundos. Demos-lhe um rumo sistemático e alimentemos constantemente seu ódio e sua energia. Criar uma doutrina revolucionária e levantar como bandeira uma revisão total dos princípios políticos e sociais que até agora têm condenado nosso povo à infertilidade.

Da revolução tem de sair o nosso povo rebatizado novamente, mostrando as características desconhecidas até agora, com outro vocabulário e outros desejos. De uma maneira que não reconheçam as múmias liberais burguesas que circulam por ai, pseudo-advogados da farsa e todas as tramas imbecis da politicalha parlamentaria.

Trechos retirados de Revolución em Marcha!, originalmente publicado em «La Conquista del Estado», n. 10, 16 - Mayo - 1931

Nazis & Comunistas Colaboram

Nazis e Comunistas organizam greve em Berlin, 1932

Sindicatos Nacional-Socialistas e Comunistas tiveram um grande papel na organização da greve ao transporte público em Berlin, em novembro de 1932. No começo de novembro, a Berliner Verkehrsgesellschaft" (BVG), uma organização de transporte municipal, anunciou um corte de salários. Devido à severa crise econômica, simplesmente não havia dinheiro suficiente para pagar todos seus empregados. Eleições parlamentares estavam marcadas para o dia 6 de novembro, e Comunistas e Nazis esperavam progresso significativo se fizessem um bom papel em uma greve contra a BVG. O "Revolutionäre Gewerkschaftsopposition" (RGO) Comunista e a "Nationalsozialistischen Betriebszellenorganisation" (NSBO) Nacional-Socialista simplesmente passaram na frente dos sindicatos moderados no comitê de greve gerais. Isso estava de acordo com Ernst Thälmann, o chefe do KPD (Partido Comunista Alemão), que havia dito em outubro de 1932: “Quando as greves começam a ser organizadas em firmas e companhias, é absolutamente essencial e desejável que Nazis sejam convidados a fazer parte dos Comitês de Greve”.

Isso era parte da “estratégia da frente comum de baixo” recomendada pelos oficiais de alto escalão do Comintern (pró-soviético). Ao invés de formarem alianças com os moderados Social-Democratas (apelidados pelos Comunistas de “Social-Fascistas”), os Comunistas juntaram as colunas com os igualmente extremos Nazis. As SA de Hitler e Comunistas marcharam juntos pelas ruas de Berlin – até mesmo destruindo ônibus cujos motoristas que ignoraram a chamada à greve.

Fonte

sábado, 24 de abril de 2010

Vivendo dentro de seus meios, por Tom Metzger

Qualquer Racista que não considere a enorme importância das finanças pessoais, em uma esfera particular e para toda a Luta, não pode ser levado a sério.

Qual a validade de dizer que o Judaismo Internacional escraviza nações quando a própria pessoa está afundado em dívida e totalmente dependente de instituições bancárias? A primeira libertação é pessoal.

Retirado de Mini-Manual de Sobrevivência & Ação.


Aprenda a viver dentro de seus meios

por Tom Metzger

Não deixe as dívidas o sobrecarregarem. Dívida faz de você um escravo, como milhões de Brancos estão descobrindo da maneira difícil. A maioria dos divórcios ocorre devido a problemas financeiros e débito. Cartões de créditos utilizados corretamente podem gerar bastante dinheiro, mas apenas para os realmente espertos.

Se você não sabe utilizar cartões de crédito para ganhar dinheiro, livre-se deles e pague em dinheiro. Dívida é uma doença da qual seu opressor se apóia em cima. No sul dos EUA, depois da escravidão comum ser proibida, outra forma surgiu. Era chamado sharecropping. O proprietário da terra te endividaria tanto antes que sua parte do plantio crescesse, que quando crescia, você mal possuía o suficiente para pagar suas dívidas. Se você corresse, o Xerife te caçaria e te arrastaria de volta como um escravo. Você dirá, Oh, mas apenas negros. Pense novamente, isso funcionava da mesma maneira com os Brancos pobres.

Aprenda a viver sem desperdiçar. Compre usado. Aprenda a consertar carros antigos e eletrônicos. Jamais tente competir com o negro zé-ninguém. Isso é uma armadilha JUDAICA! Compre suas necessidades em feiras de troca, vendas de garagens, lojas e anúncios de segunda-mão. Aprenda a se conectar (NdT.: networking) e permutar.

Não encaixote e se mude todo ano achando que a grama é mais verde do outro lado. Quando você vai a distância do seu terreno familiar você perde contatos valorosos, políticos e econômicos. Muitas dessas relações demoraram anos para serem criadas.

Desenvolva uma rede de suporte econômico com donos de negócios amigáveis. Muitos Brancos não irão se juntar, mas compreenderão e simpatizarão. Entre quatro paredes, muitos também são Racistas fervorosos.

Esses tipos são muito úteis em uma rede econômica. Em muitos casos, não é bom recrutar esse grupo para células ativas. Eles servem a um bom propósito sem que sejam esperados se comprometer mais do que querem ou podem. Em qualquer guerra, a maioria dos funcionários está nas companhias de apoio.

Eu digo que você pode cortar seu orçamento pela metade do padrão Politicamente Correto da maioria das famílias Brancas se você utilizar seu cérebro Ariano. Se você se encontrar fugindo não esqueça de fuçar em lixeiras, por diversão e lucro.

Ben Klassen: Uma Religião para Brancos

Ao se estudar as criaturas da Natureza, nós observamos com grande clareza que cada criatura tem seu próprio e peculiar meio de sobrevivência, de propagação, de colheita de alimento, de defesa e de direcionar a próxima geração. Não apenas cada criatura tem seu modelo específico para sobrevivência, mas neste modelo estão inclusas muitas peculiaridades que são exclusivas de cada criatura. Por exemplo, um castor sabe, instintivamente, como construir barragens e isso se torna um meio útil para sua sobrevivência. Um gato, instintivamente, sabe como pegar um rato e isso também é de grande ajuda em sua sobrevivência. Um gato pode fazer muitas outras coisas que são específicas de um gato, mas, certamente, construir barragens não é uma delas. Além do mais, nós nunca podemos esperar que ensinem um gato a nadar como um castor, a construir barragens como um castor, cortar árvores e agir como um castor. As peculiaridades instintivas e natas de um castor são apenas suas, e as do gato também.

Da mesma maneira, aos observarmos as peculiaridades das raças humanas, nós encontramos uma característica nata que é universal e peculiar a todas essas raças, e esta é a busca por alguma religião. Quando estudamos a história das diferentes civilizações, de diferentes povos que viveram na face da terra, das diferentes raças, nós encontramos, quase sem exceção, que cada uma delas possuía algum tipo de religião. Seja uma das civilizações altamente desenvolvidas, como dos egípcios, romanos ou gregos ou alguma tribo primitiva de cor, como os índios da Amazônia ou das planíces da América do Norte, ou os Hottentots na África, não importa o quão primitivo eles são, ou foram, todos possuíram uma religião, e todos ainda possuem uma religião hoje. (...)

Além do mais, pelo que foi anteriormente citado, nós devemos concluir que religião e a afinidade da humanidade pela religião são algo nato da qual a Natureza nos deu, que está inclusa em nossos genes. Nós, aparentemente, precisamos de religião para nossa sobrevivência, de uma maneira ou de outra.

E o fato é que nós precisamos. Como o Antigo Testamento diz, um povo sem visão perecerá. Todos os povos precisam de uma religião, uma crença, uma filosofia de vida para florescerem. Eles precisam urgentemente de uma religião que lhes dê direção, objetivo e propósito. Nós precisamos de um sentimento de pertencimento. Sem isso, a humanidade se atrapalha, se encolhe, como um peixe fora d’água. Além do mais, o mais próximo que a religião esteja enraizada na alma racial, mais saudável e dinâmica ela será para esta raça. Feliz é aquela raça cuja religião encontrou sua própria alma racial.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Revolta & Nova Concepção de Vida


O que faz uma falta crucial na Luta Racial é um sentimento de Revolta e de afirmação de um novo modo e concepção de vida, atrelado ao mundo real.

Aquele instinto que pede a destruição da sociedade atual e da máquina do Sistema, do dedinho ao último fio de cabelo, que mostra como unica saída a total libertação Racial e individual de um modo de vida inteiramente criado por nossos opressores & controladores, das mais óbvias e injustas leis, ao próprio conceito de trabalho, tempo e instituições que possuímos hoje...

Aquela sensação que nada disso deveria subsistir!

A limitação do conceito da Revolução à “política” é o muro das lamentações da Direita, reacionária e claramente infeliz e derrotada. A Revolução TEM que ir muito além de meras medidas políticas, econômicas e sociais.

A Revolução TEM que ir ainda muito mais além do que uma visão de mundo. A Revolução é um modo de vida, uma explosão do instinto de sobrevivencia da raça: Um estilo de vida mais independente, pulsante, vivo!!

A Raça Branca é uma Raça de indivíduos brilhantes, criativos, desafiadores e intrépidos. Não um amontoado de massas conformes, alienadas e “iguais”. A primeira Revolução, a mais urgente é a autarquia e auto-emancipação dessa sociedade em ruínas, uma sociedade a beira do abismo e precisando de um empurrãozinho final, que temos que ajudar a dar.

De nada adianta meramente identificar o Inimigo se não é possível, primeiramente, revolucionar a própria vida, cair fora da rotina e da mentalidade que lhe prendem ao Sistema (trabalho e dívida). Revolucionar a própria vida é possuir o desejo e a vontade de afirmação de uma vida alternativa totalmente diferente, livre e desafiadora.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Socialismo Orgânico de Kai Murros

- Curiosamente, ambos, os liberais e a divergência da esquerda ultra-radical do movimento socialista, são, na verdade, muito parecidos. Ambos querem suprimir a identidade étnica e tradicional do povo. Os liberais querem transformar o povo em máquinas mecânicas para o consumo. Produtos devem ser vendidos pelo planeta com a maior velocidade e eficiência. Isso requer que as pessoas sejam iguais, mundo a fora. Povos McDonalds compartilharam da mesma cultura McDonalds, sejam esquimós ou aborígines, eles comprarão produtos McDonalds...

... A divergência da esquerda ultra-radical, por sua vez, quer forçar as pessoas a adotarem uma identidade classista política estéril e puramente teórica...

... esses são os inimigos do povo...

Socialismo Orgânico

- O maior erro na construção do socialismo está em tentar criar um socialismo inorgânico, cosmopolita, sem raízes na história concreta das pessoas comuns.

- Um socialismo verdadeiro só pode ser construído com uma base racial guiada pela experiência histórica do povo e da nação.

- Socialismo cosmopolita e capitalismo são basicamente os mesmos. Eles cairão porque não possuem raízes na vida real e faltam coesão orgânica.

- A relação entre materialismo histórico e espírito nacional é a mesma que a relação entre matéria e energia. Elas são os lados opostos da mesma moeda.

- Um nacionalismo saudável não deve constituir meramente de sonhos idealistas. Nacionalismo deve ser conectado com o mundo real utilizando a metodologia do materialismo histórico.

- O nacionalismo reacionário da burguesia será substituído por um socialismo progressivo racista.

- Apenas quando o capitalismo for substituído pelo socialismo, a nação era realmente livre para se expressar e desenvolver sem limites.

- A ideologia deve ser materialista em método e verdadeiramente racial em espírito.

- Tradicionalmente, materialismo histórico e pensamento nacionalista possuíram uma relação dualista – antíteses. De uma vez que o dualismo acaba, uma nova síntese é formada, um mundo inteiramente novo surgirá.

Kai Murros

(Ndt.: ‘Nacional’ foi substituído por ‘racial’ de acordo com a sentença)

domingo, 4 de abril de 2010

Eugène Terre'Blanche (1941-2010)

Eugène Ney Terre'Blanche
(31 de Janeiro de 1941 – 3 de Abril de 2010)


Declaração da AWB

Nosso líder, Eugene Terre’Blanche foi assassinado em sua fazenda

É com grande choque, tristeza, frustração e a maior das dores emocionais que nós fomos informados que nosso líder, Eugene Terre’Blanche foi assassinado em sua fazenda Villanna (que significa “Casa de Anna”), próximo a Ventersdorp, cerca de 17:00 desta tarde.

Detalhes são incompletos, mas segundo testemunhos das pessoas presentes, houve uma discussão com um dos trabalhadores da fazenda. Mais tarde, quando ele estava tirando uma sonoca, o trabalhador, provocado pelos outros, entrou na casa e o retalhou com uma foice.

Quando a polícia chegou, eles encontraram nosso líder em sua cama com ferimentos morais na parte de cima do corpo e na cabeça. Ele foi declarado morto as 19:00.

Essa notícia vem em um momento de controvérsias sobre a música banida de Julius Malema que diz aos guerreiros da ANC (NdT: African National Congress, os macacos treinados de Mandela) para “Matarem o Boer” (NdT: Boers são os fazendeiros brancos Afrikaans).

Nosso líder não vivia permanentemente em sua fazenda, mas em Ventersdorp. Ele a visitava regularmente durante a semana e nos finais de semana.

Eugene Ney Terre'Blance nasceu em 31 de janeiro de 1941 e foi um dos fundadores da Afrikaner Weerstadsbeweging. Ele dedicou suas últimas décadas a realizar o sonho de liberdade para o nosso povo Boer e o conceito de um Volkstaat, um Estado livre onde poderíamos nos governar sozinhos.

Nós dizemos a nossos simpatizantes, amigos e membros da AWB para permanecerem calmos neste momento enquanto estamos de luto pelo falecimento de nosso líder.

(3/04/2010)

sábado, 3 de abril de 2010

Aryan Republican Army

De janeiro de 1994 a dezembro de 1995, a Aryan Republic Army, também conhecida como The Midwest Bank Robbers, cometeu uma série de 22 assaltos a bancos pelo meio-oeste dos Estados Unidos (quase se igualando a Jesse James), com o intuito de financiar atos contra o governo. É especulado que eles acumularam uma quantia de cerca de US$ 250.000, mas esses números podem ser subestimados, já que outros estimam algo mais perto de US$500.000. De qualquer maneira, nenhum centavo jamais foi devolvido ao ZOG. ARA era formada por 4 membros, incluindo Scott Stedeford, da banda Day of the Sword.

Em março de 1995, um jovem entrou em uma concessionária de carros chamada Sr. Lee Autoland’s. Ele estava dando uma olhada em um Buick LeSabre 1979. Ele não o levou para um testdrive, mas perguntou ao vendedor, Jay Helton, se o carro estava em boas condições. O carro foi pago em dinheiro, 750 dólares. Algo fez o vendedor suspeitar e ele resolveu fazer uma cópia da carta de motorista do rapaz. Um ano depois, esse mesmo vendedor ainda tinha a cópia do documento quando o FBI o fez uma visita. A carteira era falsa, mas a foto ainda era a de Scott Stedeford. Essa foi uma das razões que finalmente levaram o FBI a perseguir este grupo que estava enganando a polícia por quase dois anos. Eles estavam envolvidos em assaltos a bancos com o único motivo de financiar a derrubada do governo americano.

Roubos profissionais foram feitos, em média, uma vez por mês, em Iowa, Missouri, Ohio, Nebraska, Kansas e Kentucky. Às vezes eles se vestiam como pedreiros, entravam e saiam dos bancos em apenas cinco minutos. Às vezes eles gritavam palavras em espanhol. Eles próprios pegavam o dinheiro (assim os funcionários não poderiam colocar bombas de tinta nas sacolas) e o colocavam em carros velhos que haviam comprado uma semana antes com identidade falsa. Eles também jogavam granadas de fumaça ou bombas caseiras, geralmente inertes, em lancheiras ou outros containers no banco para atrasar seus perseguidores.

Esses homens aperfeiçoaram a arte do disfarce, se vestindo como ex-presidentes, agentes do FBI ou ATF (NdT: Alcohol, Tobacco and Firearms), etc. Em um roubo em dezembro, um membro do ARA usou uma fantasia de papai Noel, gritou “Ho! Ho! Ho!” para os clientes e deixou uma bomba escondida no gorro. Ninguém jamais foi ferido nos assaltos. Eles alugavam carros com carteiras de identidade com os nomes de agentes aposentados do FBI. O FBI não tinha a menor idéia de quem eles eram, mas eles sabiam quem era do FBI. Uma vez, eles compraram um carro-fuga usando o nome de um agente que os estava caçando.

Stedeford foi finalmente preso nos subúrbios da Philadelphia, em 1996. Kevin McCarthy, um ex-membro declarou-se culpado de três roubos e aceitou testemunhar contra Stedeford. Hoje Stedeford está cumprindo uma pena de 30 anos. Outra vítima da ZOG.

Para entrar em contato e apoiar Scott Stedeford, esse é o endereço:

Scott A. Stedeford #49848-066
F.C.I. Schuylkill
P.O. Box 759
Minersville, PA 17954
United States of America


Traduzido da Metapedia

Nossos Inimigos Históricos

Em tempos de extrema dificuldade, perseguição e enorme frustração como os nossos, é comum tomar decisões precipitadas ou interpretar as coisas um pouco diferente de como realmente são. Uma das mais perigosas é tomar inimigos como amigos. Esse é o caso do nosso inimigo histórico: o Islã.

O Islã invadiu, conquistou, dominou e oprimiu a Espanha e Portugal por quase oitocentos anos; tentou invadir a França, mas foram derrotados pelo excepcional Charles Martel; invadiram e dominaram a Sicília por cem anos; o domínio turco-otomano na Albânia ilírica Branca durou quinhentos anos e acabou por abandonar esse pobre país como um resto miscigenado e primitivo que é até hoje; durante o mesmo controle sobre os Balkans, conseguiram render e converter os traidores raciais que hoje são os bosniaks, literalmente criando uma nova nacionalidade muçulmana e leal ao Islã no coração da Europa, a lista continua: Grécia por quase quatrocentos anos, Bulgária e Macedônia, quinhentos anos, Sérvia, 264 anos.

Esses são nossos ALIADOS? Essa é a “justa, honrada, pacífica e tolerante” religião islâmica? Hoje eles estão contra os EUA por que são contra o expansionismo e imperialismo? Vou repetir a pergunta: Muçulmanos são contra o imperialismo? Ou é porque eles não cedem um pedaço de deserto em que nada cresce e que não representa nem mesmo 1% das terras dominadas pelo Islã megalomaníaco, conquistador e extremamente intolerante? Não é como se esse fosse o nosso primeiro contato com os muçulmanos. Depois os pseudo-intelectuais adoram falar que os ignorantes políticos é que não possuem memória histórica.

A Reconquista da Espanha e Portugal de 1492 ainda é hoje um dos maiores exemplos e símbolos da retomada de nossas terras e destino das mãos de invasores e parasitas. Logo depois disso, a princesa Isabela da Espanha expulsou os judeus e árabes da península ibérica. Os gregos, sérvios, croatas, macedônios, húngaros, romenos e búlgaros foram os defensores dos portões da Europa contra hordas de invasores muçulmanos por séculos. SÉCULOS!


Não seja levado pela ilusão de que por serem inimigos dos Judeus, eles são nossos amigos, pois não são. Nem mesmo um pouco. Quando entrar na tentação de apoiar o Irã e seu ditador, ou mesmo os palestinos, pense o seguinte: Entre lidar com uma religião militante, chauvinista e dominadora armada com alguns milhares (ou milhões) de cabeça de toalha com AK-47 e armas nucleares dispostos a se explodirem por 3 dúzias de virgens no paraíso vs. algumas centenas de jornalistas, banqueiros e a diretores de Hollywood covardes, qual representa a maior ameaça?

Como diz Tom Metzger, se você traz um leão para caçar um cachorro, quem vai domar o leão depois que ele comer a entrada do jantar?

Viva 1492! Viva os Sérvios! Viva Filiki Eteria! Viva Vlad III!