sábado, 27 de março de 2010

Resistência Autônoma


A White International

Dado o completo fracasso do chamado "Movimento Racialista", que demonstra ser incapaz de produzir quaisquer resultados no campo político, social e econômico, que permitam o surgimento de um genuíno Movimento de massas, e que por sua vez impusesse um travão ao crescente genocídio cultural e racial no nosso país, torna-se explicito que a nossa verdadeira esperança reside na coragem de pessoas que ajam em pequenas células. Isto chama-se Resistência Autônoma. Desta forma urge dar a conhecer alguns conselhos para os Lobos Solitários que decidam atuar em prol da nossa sobrevivência como povo.

1. CRIAÇÃO DE CÉLULAS realmente restritas, não devendo cada célula exceder quatro ou, no máximo, cinco elementos, voluntariamente associados e que partilhem uma extrema confiança mútua. E preciso ter isto presente; o que dois indivíduos sabem, um deles pode contar. Como tal, é de vital importância que os envolvidos não digam rigorosamente nada a ninguém sobre o que se fez ou sobre o que se planeja fazer. Não contar à esposa/namorada, aos pais, aos amigos, a ninguém. Não tomar notas nem deixar absolutamente nada escritos (diários, agendas ou qualquer coisa do gênero). Agir naturalmente junto dos vizinhos, mas evitar ao máximo a possibilidade de que estes conheçam as suas idéias e opiniões ou o que fazem ou deixam de fazer. Esqueça o papo de “orgulho do ideal”, isso é coisa de pré-adolescente idealista influenciado, em tempos como os nossos, o indivíduo e a Causa terão muito mais a ganhar se o inimigo racial te considerar como um amigo e não conhecer suas verdadeiras motivações.
QUEM NÃO CONHECE NÃO PODE FALAR!

2. ATIVIDADES DAS CÉLULAS. Cada célula deve distribuir funções pelos seus elementos, isto é, recolhimento de informações, observação de pretensos alvos, logística necessária, devendo-se ter sempre em conta o efeito de cada ação a empreender. Definir estratégia e táticas, analisando corretamente a conjuntura política, avaliando a força real de que se dispõe e a força e dispositivos do inimigo.

3. TOMAR TODAS AS PRECAUÇÕES. A iniciativa e a audácia não podem ser confundidas com a impaciência e precipitação, que nada mais são do que inimigas fatais do sucesso de cada ação. O soldado da Causa tem que se esforçar para ser eficientes, retirando o máximo do fator surpresa, de modo a atacar o inimigo onde ele possa estar desprevenido. E importante também não esquecer a questão da retirada após cada ação, devendo esta ser convenientemente preparada.

4. AGIR SILENCIOSAMENTE. NÃO enviar cartas nem fazer telefonemas para os meios de comunicação. NÃO reivindicar os feitos em nome da Causa. Qualquer reivindicação é uma pista para a policia, lembre-se que não tem como enganar a tecnologia deles, que nada mais são do que ferramenta dos Judeus. Além disso, o impacto psicológico de uma ação silenciosa (sem fanfarra) e inesperada é maior do que uma ação reivindicada.

5. NINGUÉM É INVULNERÁVEL. Se há algo que o Sistema não perdoa é um ato de resistência direta à sua autoridade. O Estado não se incomoda que façamos jantares comemorativos, que escrevamos cartas para jornais ou publiquemos revistas. Porém se enfrentamos de modo direto o inimigo, estes nunca irão parar de nos perseguir. Resistir à Tirania Multirracial não é um filme. Sendo assim, todos os que decidam conscientemente praticar resistência ativa contra o Sistema deverão compreender que "após o carrossel começar a andar jamais poderão sair".

6. NÃO TENHO NADA A DECLARAR. É de longe preferível passar o resto da vida a beber cerveja e simplesmente não mexer um dedo para nada, do que tentar fazer algo extremo e ser apanhado pela policia, para logo em seguida "abrir a boca", denunciando os camaradas. Não existe nada mais desprezível do que um traidor da raça! Tenham sempre em mente o seguinte: Agir contra o Estado é crime punível por lei. Isto implica que qualquer ação de resistência real e efetiva será severamente punida.


CRIME CONFESSO, CRIME CONDENADO.

Esta máxima é totalmente verdadeira, e por conseqüência, aquele que for capturado após uma eventual ação, não deverá inventar desculpas estúpidas, nem mesmo contar o que realmente se passou ao advogado, pois estes, muitas vezes, fazem favores a policia, já para não mencionar que poderão não concordar com a ação efetuada. Somente há uma solução, que passa por pronunciar as cinco palavras.

NÃO TENHO NADA A DECLARAR.

Estas cinco palavras são permitidas por lei, competindo a policia e ao Ministério Público provar a culpa do indivíduo capturado. Além disso, todos devemos estar preparados fisicamente e psicologicamente para os infindáveis e por vezes brutais interrogatórios policiais, mas tenham em mente que é preferível levar uns "socos e pontapés" do que passar uns longos anos na prisão.

"Sou um soldado político, luto para vencer. Juro que farei tudo, absolutamente tudo, para assegurar a sobrevivência e a felicidade da nossa Raça Branca".

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