quinta-feira, 18 de março de 2010

Cinema Social Realista Branco

A WHITE INTERNATIONAL

O Realismo Social é um movimento artístico que tenta demonstrar a injustiça social e dificuldades econômicas da Classe Trabalhadora, geralmente apresentando como heróica e corajosa.

Diferentemente de como geralmente acontece, não iremos falar sobre o Realismo Social Sub-Humano Politicamente Correto e liberal, de longe a tendência mais popular. Ao invés de lamentações pelo atraso e primitivismo das outras raças, falaremos sobre Realismo Social BRANCO, e a luta dos trabalhadores Brancos contra as grandes corporações & o capitalismo explorador.

Os três filmes em questão se tratam da luta social Branca anti-capitalista, nos Estados Unidos, entre os anos 1870 até, o que aparenta ser o desaparecimento de Jimmy Hoffa, em 1975.

Molly Maquires (1970), dirigido por Martin Ritt. O filme retrata uma sociedade semi-secreta, que carrega o mesmo nome do filme, de irlandeses católicos que trabalhavam nas minas de carvão, na Pensilvânia, que eram abusados e explorados por seus patrões e decidiram dar o troco através de... sabotagem! O filme é com Sean Connery e tem uma atmosfera de classe trabalhadora pós-guerra civil bem legal e foca nas atividades dos Mollies e de um espião da polícia em sua missão de destruir a organização por dentro. Uma lição para nós hoje, de que desde aquela época, o Sistema infiltrava-se e sabotava os sabotadores. Nota-se que, devido à época de produção, não tentaram enfiar algum estrangeiro racial fora do contexto histórico, o filme é 100% Branco.
(Trailer / Torrent)

F.I.S.T. (1978), dirigido por Norman Jewison e estrelando o Garanhão Italiano, Sylvester Stallone. Esse é de longe o mais divertido dos três filmes. É vagamente baseado em Jimmy Hoffa, que mais tarde foi interpretado por Jack Nicholson no filme biografia Hoffa, um líder sindicalista-mafioso americano. O filme só trata das qualidades positivas de Hoffa. Começa com o personagem de Stallone, John Kovak, nascido na Hungria e criado nos EUA, que trabalha em um armazém, e que devido à sua grande habilidade coerciva e carisma sobre os colegas é chamado para organizar o recrutamento de caminhoneiros para o, na época minusculamente insignificante, sindicato profissional, chamado F.I.S.T., baseado nos Teamsters. Dai pra frente são negociações, greves & conflitos entre os sindicalistas e patrões, até a subida de Kovak ao topo. Algumas cenas dos encontros dos grevistas contra os capangas corporativos são geniais e empolgantes. É o mais legal dos três filmes, além de tratar-se exclusivamente de trabalhadores Brancos, mesmo em uma época racialmente semi-integrada. Altamente recomendado para Racial Socialistas.
O filme também foi dividido em treze partes e está disponível no Youtube.
(Parte 1 de 13 / Trailer / Torrent + Legenda em Portugês)

Matewan (1987), dirigido por John Sayles. O filme começa com a chegada de um estranho na cidade mineradora de Matewan, West Virginia, nos anos 1920, e seu envolvimento na tentativa de criar um movimento sindicalista, que aparenta ser a I.W.W., e organizar greves. O filme caracteriza bem o enorme poder da indústria do carvão da época, que nos é revelado serem os donos das casas e da propriedade de quase toda a cidadezinha (os moradores acabam tendo que morar em ocas no meio do mato) e que acaba com a explosão de um confronto armado entre os grevistas vs. paus mandados da corporação do carvão. Por ser o último filme da lista, e provavelmente o último filme sobre conflitos sociais produzido por um grande estúdio americano, rola o papo furado mínimo sobre Brancos & Negros unidos contra os exploradores (Brancos). Mesmo assim, ainda vale a pena assistir.
(Torrent)

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