sábado, 27 de março de 2010

Blocco Studentesco: Infiltração & Agitação Revolucionária no Movimento Estudantil


A White International

No século XIX, um grupo de intelectuais socialistas utópicos chegou a conclusão de que a melhor maneira de realizar a revolução social seria através da infiltração na própria sociedade, à fim de provocar sua mudança por dentro. Esse grupo se auto-denominava Socialistas Fabianos. Em contraste com os movimentos populares de sindicatos trabalhadores e agitação antiburguesa marxistas, eles acreditavam que transição do capitalismo para o socialismo aconteceria com pequenas reformas na sociedade. Esses grupos tentaram difundir suas idéias em qualquer círculo intelectual que conseguissem se infiltrar, principalmente as instituições de ensino: escolas e universidades.

Hoje não é nenhum segredo de que em diversos países do mundo, incluindo o Brasil e a América Latina inteira, grande parte do círculo de ‘mestres’ são marxistas traiçoeiros e inescrupulosos. Desde nossa infância, eles, sem remorso algum, incansavelmente, enfiam minhocas, falácias & mentiras em nossas cabeças, principalmente no Brasil, aonde desejam atingir suas ditas ‘revoluções do proletariado’ através de um sentimento anti-Branco em contraste com os EUA anglo-saxão, inventando todo tipo de canalhisses sobre o nosso próprio passado. Esses mesmos marxistas usaram como tática a infiltração no ensino para impulsionar e provocar a criação de tendências e idéias comunistas, ou "vermelhas", nos estudantes, fazendo dos campus e ginásios verdadeiros centros de doutrinação e organização política. Não há como negar o significado dessa influência e de como, até hoje, as instituições educacionais estão profundamente enraízadas em política militante, de maioria marxista-leninista. E ainda mais importante e o ponto principal deste artigo: A influência dessas idéias nos estudantes, as ações, o impacto causado e controvérsia dos grêmios e associações universitárias e quem esses mesmos estudantes vieram a se tornar.

Olhar para os movimentos estudantis, principalmente da segunda metade do século XX em diante, é olhar para movimentos dinâmicos, jovens e de caráter revolucionário. As revoltas na França de 1968 são um grande exemplo histórico desse potencial. Eficazes ou não, de bom senso ou mera agitação nascida do tédio da sociedade moderna, não há como negar a energia e dedicação desses movimentos.

Nós já havíamos dito, no prefácio de Terror Político, sobre como a derrotada Direita racial simplesmente ignorou qualquer possibilidade de infiltrar-se em organizações estudantis, populares, energéticas, inconformistas, às vezes enganadas e trapaceadas - porém, bem intencionadas -, enquanto apenas sentavam-se em cima de suas bundas, cochichando e resmungando, como velhos reacionários, sobre “o que a ‘esquerda’ estava fazendo”.

Repetindo, qualquer que seja a motivação ou impulso desses movimentos, o fato é que qualquer agitação popular virá das novas gerações, e não de velhos moribundos & seus partidos políticos falidos sempre-em-mudança, como o BNP.

O molde direitista é e, historicamente, sempre foi, derrotado e paranóico. É algo embutido na mentalidade da direita, não é uma estética de ação, não é uma política de ação, não é ‘a propaganda pela ação’ – como a dos anarquistas -, é um molde de paranóia, de fofoca, de cochichos, extremamente medíocre & sem-futuro. É o ‘’olhe o que os esquerdistas estão fazendo’’, ‘’olhe o que os judeus estão fazendo’’, e em seu tempo livre usam sua energia pra falar como as drogas são ruins, ou protestar contra gays, ou tentar ‘limpar sua imagem com a sociedade’ de ovelhas sem-cérebro, definindo melhor: AMEAÇA NENHUMA AO SISTEMA.

Na Itália, um grupo decidiu mudar as coisas. O Blocco Studentesco (BS) é a versão nacionalista (leia-se italianamente racial) dos grêmios e associações estudantis de caráter político e revolucionário decidido a direcionar essa dinâmica & energia jovem inconformista para uma luta contra a decadência do Big Brother europeu, ao mesmo tempo em que afirma a sua condição histórica e cultural.


O Blocco Studentesco se denomina de ‘direita’, mas do molde & estética da direita histórica eles não tem absolutamente nada. O BS organizou-se radicalmente contra o ensino privado e tomou a atitude clássica dos anarquistas: de ocupar casas, prédios, edifícios e propriedades inutilizados do Sistema anti-Italiano e transformá-los em verdadeiros centros de revolta e resistência! Uma estação ferroviária abandonada há 18 anos pelo governo decadente foi transformado em um espaço cultural chamado Área 19. Piratas romanos legítimos!

O organizador principal do Blocco Studentesco é Gianluca Iannone, o mesmo fundador e organizador da lendária e inovadora Casa Pound, assim como da Radio Bandiera Nera e vocalista da banda Zeta Zero Alfa. Todos esses são órgãos revolucionários, inconformistas e anti-Sistema - utilizando-se de estratégias de ação que têm sido usadas eficazmente pelos vermelhos politicamente corretos há décadas. Um plano de ativismo bom & radical finalmente sendo utilizado corretamente, com alvos e objetivos definidos, para pessoas normais e sãs, ao invés dos desajustados da sociedade competitiva.

Por mais que defendamos ativismo Lobo Solitário, em contraste com organizações, a maneira européia sempre será a maneira européia de fazer as coisas. Os partidos políticos têm provado terem sido um enorme desperdício de tempo, energia e dinheiro, porém se um grupo italiano tem sucedido em organizar-se ativamente contra o Sistema – sem cair na emboscada politicamente correta multirracial -, boa sorte e tudo de melhor para eles. O molde do Blocco Studentesco, Casa Pound, Área 19 tem demonstrado ser o verdadeiro caminho do futuro para a resistência & agitação popular Branca, assim como tem conseguido resultados.

Dogmatismo jamais. O que funciona é bom.

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